Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

terça-feira, 20 de junho de 2017

Ai, que pena! As aulas terminaram...



Ai, que caloraça! É impossível estar dentro da escola com esta grande vaga de calor, nem alunos, nem professores, nem ninguém. Sei lá, se calhar nem chegamos a ler e ouvir esta mensagem...

Amanhã, quarta-feira, terminam as aulas. Esta é a última mensagem, com esses dois elefantes a divertir-se no baloiço.

Por outro lado... Vocês gostam de férias? É claro que sim! Toda a gente gosta. Descansar faz bem, sobretudo se temos trabalhado muito.

Espero que aproveitem e se divirtam imenso, e para aqueles que terminarem com disciplinas reprovadas, há muito tempo para tudo. Se não trabalharam o suficiente no ano letivo, é agora que o devem fazer, e passar depois em setembro.

E podiam aproveitar tanto tempo para ler de vez em quando, mas sempre por prazer.

Passem umas ótimas férias grandes!


Um bocado de música nunca fica mal: Sérgio Godinho e os Clã cantam para nós Dancemos no mundo.Vamos lá dançar!






Ilustração de Renato Ventura




(gif dos elefantes: Summer Dreamz)



segunda-feira, 19 de junho de 2017

O Jogo da Glória



Vamos aprender a brincar com o Jogo da Glória no Centro Virtual Camões. É um jogo de tabuleiro, mas neste caso o tabuleiro é virtual, claro!



Um velho Jogo da Glória





sexta-feira, 16 de junho de 2017

"Una, duna, tena, catena..."



No blogue Santa Nostalgia encontrei esta mensagem, que transcrevo aqui:

Há cantilenas ou lengalengas que servem para contar. Desde pequeno que aprendi uma versão que se usava na minha aldeia e na minha escola primária e que servia para contar até dez. Era assim:

Una,
Duna,
Tena,
Catena,
Cigalha,
Migalha,
Carapim,
Carapés,
Conta bem,
Que são dez.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei outras versões, que em alguns casos são ligeiras variantes e apenas em parte dos termos usados. Por exemplo:

Una,
Duna,
Tena,
Catena,
Cigalha,
Migalha,
Cupida,
Dos pés,
Conto bem,
Que são dez.

Una,
Duna,
Tena,
Catena,
Forreca,
Chirreca,
Vira,
Virão,
Conta bem,
Que dez são.



O acrobata (Marc Chagall)




Marc Chagall (1887 - 1985) foi um pintor, ceramista e gravurista surrealista judeu russo-francês. (Wikipédia)

Reparem no título: é uma palavra grave (O acrobata) e na nossa língua é esdrúxula ("El acróbata")






quinta-feira, 15 de junho de 2017

Um gif e uma canção de João Lóio



Um gif de Benjamin Zimmermann: Quadrados do arco-íris. E eu vou aproveitar para relembrar uma canção já publicada no nosso blogue: Olha o Arco-íris. Acho que vão gostar.

Ah, mais uma coisa: em português, o arco-iris é denominado também popularmente arco-da-velha.





Voz, Luisa Rodrigues, Regina Castro, António Paulo Silva e Guilhermino Monteiro.
Letra de Regina Castro
Musica, orquestração e direcção musical de João Lóio.




quarta-feira, 14 de junho de 2017

Corzinha de verão (Deolinda)



Cuidado com o título desta canção! Não estamos a a falar de um animal (esse é a corça), mas da cor da pele quando se apanha sol no verão. Trata-se de um diminutivo da palavra cor, percebem? Vamos ver e ouvir o vídeo dos Deolinda!


CORZINHA DE VERÃO

Por que é que o sol nunca brilha quando fico de férias
Aos fins de semana ou nos meus dias de folga?
Eu passo os dias a ver gente em fato de banho
Calções e havaiana e eu sempre de camisola

E eu andei o ano inteiro, a juntar o meu dinheiro
Para esta desilusão
Dava todo o meu ouro por um pouco do teu bronze
Uma corzinha de verão

Vento, eu na praia a levar com vento
A rogar pragas e a culpar São Pedro
Que mal fiz eu ao céu?
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu

Por que é que tudo conspira contra a minha vontade?
Sim, sim é verdade, não estou a ser pessimista
É que a vizinha da cave é sempre a mais bronzeada
Traz um sorriso na cara e não sabe quem foi Kandinsky

E eu andei o ano inteiro, a juntar o meu dinheiro
Para esta desilusão
Dava todo o meu ouro por um pouco do teu bronze
Uma corzinha de verão

Vento, eu na praia a levar com vento
A rogar pragas e a culpar São Pedro
Que mal fiz eu ao céu?
E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu

E tento, juro que tento imaginar bom tempo
Espalho o protetor solar e estendo o corpo no museu

O corpo no museu




 Uma obra do pintor russo Wassily Kandinsky (1866-1944)





Leãozinho (Gabi Poraí + Caetano Veloso e Maria Gadú)



Gabi Poraí é uma cantora brasileira e canta, pois, por aí... pela rua, num parque, numa praça, etc. Aqui canta Leãozinho. Com ruídos do trânsito ao fundo, mas com muita alegria!


Em baixo podemos ver o compositor da canção, Caetano Veloso, a cantar, acompanhado por Maria Gadú:


 




segunda-feira, 12 de junho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Leiria vista do ar



Damos uma volta por Leiria a vista de pássaro?


Leiria é uma cidade portuguesa, capital do distrito de Leiria, situada na região Centro e sub-região do Pinhal Litoral, com cerca de 60 000 habitantes no seu perímetro urbano.

É sede de um município com 565,09 km² de área e 126 897 habitantes (2011) subdividido em 18 freguesias, o que faz dele o segundo concelho mais populoso das Beiras, só superado por Coimbra. É limitado a norte/nordeste pelo concelho de Pombal, a leste pelo de Ourém, a sul pelos municípios de Batalha e Porto de Mós, a sudoeste pelo de Alcobaça, a oeste pelo concelho da Marinha Grande e a noroeste pelo Oceano Atlântico.

Leiria é o principal centro urbano da unidade estatística Pinhal Litoral e da comunidade urbana de Leiria, assim como um importante centro de comércio, serviços e indústria.

O município tem uma faixa costeira a ocidente, que a liga ao Oceano Atlântico. (...)

(Wikipédia)



quinta-feira, 8 de junho de 2017

10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

 Luís de Camões (c. 1524-1580)


Hoje não é 10, mas depois de amanhã, sábado, e vamos aproveitar para que vocês saibam um pouco do significado deste dia no país vizinho. 

No dia 10 de Junho celebra-se em Portugal o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´ Os Lusíadas.

Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, o dia 10 de Junho era celebrado como o "Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses".

Após a revolução do 25 de Abril de 1974, que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, a celebração do dia passou a prestar homenagem a Portugal, Camões e às Comunidades Portuguesas.

Neste dia o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferentes todos os anos.

Uma novidade na nossa Comunidade, Extremadura, é que há tempo que também se celebra o Dia de Portugal. Vejam a mensagem anterior, e aí podem encontrar também o programa de atividades.


Os versos de Luís de Camões já foram cantados por vários cantores, como, por exemplo, o grande José Afonso. Recuperamos do já publicado, Endechas a Bárbara escrava:


Aquela cativa
Que me tem cativo,
Porque nela vivo
Já não quer que viva.
Eu nunca vi rosa
Em suaves molhos,
Que pera meus olhos
Fosse mais fermosa.

Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas
Me parecem belas
Como os meus amores.
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Mas não de matar.

Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Pera ser senhora
De quem é cativa.
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.

Pretidão de Amor,
Tão doce a figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha;
Bem parece estranha,
Mas bárbara não.

Presença serena
Que a tormenta amansa;
Nela, enfim, descansa
Toda a minha pena.
Esta é a cativa
Que me tem cativo;
E pois nela vivo,
É força que viva.

Luís de Camões






Como é o cabelo desta mulher?


Parece que não tem o cabelo curto, pois não?, mas muito comprido... Comprido mesmo, heim?

O nome real desta dançarina anglo-indiana era Olive Craddock (1894 - 1926), mas era conhecida sob o nome artístico de Roshanara. A fotografia foi tirada nos Estados Unidos por volta de 1920.




"Extremadura celebrará el Día de Portugal con actos culturales en muchas localidades"





Extremadura celebrará el Día de Portugal con actos culturales en muchas localidades.

Extremadura celebrará el próximo sábado 10 el Día de Portugal, de Camões y de las Comunidades Portuguesas con el desarrollo en varias localidades de numerosas actividades relacionadas con la música, el arte, la literatura, el cine, la gastronomía y la artesanía lusos.

Son actos que han sido coordinados por su Dirección General de Acción Exterior.

(...)

La noticia completa en eldiario.es (6-6-2019)


Toda la programación del Día de Portugal en Extremadura puede consultarse en la web http://www.euro-ace.eu/.



quarta-feira, 7 de junho de 2017

Mais uma vez: Qué horas são?


Já foi publicado aqui, mais breve, uma mensagem: "Que horas são?"





Quais são as refeições em português?

Acho que conhecem todas as palavras da gravura


Meninos e meninas, estas são as refeições do dia em português:
  • o pequeno-almoço
  • o almoço
  • o lanche
  • o jantar

E como se diz "desayunar", "comer", "merendar" e "cenar"? É muito fácil:
  • tomar o pequeno-almoço
  • almoçar
  • lanchar
  • jantar


E assim, poderemos dizer, por exemplo:

Eu tomo o pequeno-almoço às oito horas da manhã.

Eu almoço às duas horas e meia.

Eu lancho às seis horas da tarde.

Eu janto às nove horas.




Ah, reparem nas horas dos relógios!

Os horários são diferentes dos nossos, não são?



Mais uma pintura de Paul Klee



Há pouco esteve aqui o pintor suiço Paul Klee (1879 - 1940). Ele volta agora com este quadro de cores tão bonitas.





terça-feira, 6 de junho de 2017

As Festas de Lisboa 2017



Bom, devemos dizer que já chegaram, porque hoje é dia 6 de junho. Vamos comer umas sardinhas no Santo António em Lisboa.

Para além das sardinhas fresquinhas que podemos comer, temos nestes dias muitas e originais sardinhas criadas por muitos desenhadores e ilustradores de muitas parte do mundo, como  Ryan Hahn, cá em baixo. Se vocês tivessem tempo, podiam apresentar-se ao concurso...

Os desenhos das três últimas são de 2014. Haverá mais de outras edições para que vocês vejam tanta variedade...


















Os meios de transporte




quinta-feira, 1 de junho de 2017

"Adeu" ou "Adeus"?



Esta mensagem foi publicada em outubro de 2010, vejam só! Recupero-a para alguns alunos que acham que adeu é português. Acho que é assim que se diz na Catalunha... Leiam, porque saber é bom.


ADEUS

Uma das maneiras básica de se despedir em português: adeus. Já vimos também até logo e até amanhã.

Lá isso é, adeus. Ou, em francês, adieu, espanhol, adiós, catalão, adeu, italiano, addio. Todas elas línguas románicas, procedentes do latim, daí as semelhanças.

São expressões elípticas cujo significado em latim era «recomendo-te a Deus», usadas no momento da despedida.


(Dicionário de origem das palavras, de Orlando Neves. Adaptado)



A girafa que comia estrelas (José Eduardo Agualusa)









A GIRAFA QUE COMIA ESTRELAS

Lá estás tu outra vez com a cabeça nas nuvens! – ralhava a mãe. E era verdade. Aos cinco anos, Filipa já era a mais alta de todas as girafas da savana. Era tão alta que, quando levantava o pescoço e se punha na pontinha dos pés, a cabeça dela desaparecia entre as nuvens. A mãe da Filipa, Dona Mariquita, não gostava daquilo:

- As nuvens estão frias, Filipa! Olha que podes apanhar uma gripe.

O pior que pode acontecer a uma girafa é ficar constipada. Primeiro, porque, quando espirram, correm o risco de perder a cabeça (a cabeça salta com a força do espirro). Depois, porque é difícil conseguir um cachecol capaz de cobrir pescoços tão compridos. Filipa, porém, gostava de andar com a cabeça nas nuvens – queria ver os anjos. A avó Rosália, mãe de Dona Mariquita, dissera-lhe que os anjos dormem nas nuvens. Também lhe dissera que, quando as pessoas morrem, se transformam em anjos. Dissera-lhe isto pouco antes de morrer. Por isso, Filipa passava o dia com a cabeça nas nuvens. À noite, comia estrelas. Enquanto as outras girafas dormiam, Filipa subia ao morro mais alto da savana, levantava o pescoço e comia estrelas. As estrelas ardiam um pouco na garganta, mas eram doces e macias e sabiam a pêssego. Ao contrário do que seria de supor, a noite não ficava mais vazia por causa disso. À medida que Filipa comia estrelas, outras nasciam, novinhas em folha, brilhando ainda mais do que as antigas. Assim, de certa maneira, ela renovava a noite.

(Isto é um excerto do conto)

José Eduardo Agualusa


José Eduardo Agualusa (1960) é um escritor angolano de ascendência portuguesa e brasileira.




Um novo Júpiter



A sonda Juno da NASA, mostra imagens nunca vistas de Júpiter, o planeta gigante.

Júpiter é o quinto planeta a contar do Sol e de longe o maior. Tem mais do dobro da massa de todos os outros planetas juntos (318 vezes a massa da Terra).

Júpiter (também conhecido como Jove; o deus Grego era Zeus) era o Rei dos Deuses, o governante do Olimpo e o protector do estado Romano. Zeus era o filho de Cronus (Saturno)

(Ler mais em Astronomia On-line. Centro de Ciência Viva do Algarve)






Uma baleia no ar


Oh, que beleza! Reparem nesta fotografia de uma enorme baleia. Pensem na emoção da pessoa que tirou a fotografia, Jonathan Charles. De certeza que ele nunca vai esquecer esse momento!

Não gostariam vocês de ter estado lá?






quarta-feira, 31 de maio de 2017

"Fica comigo"




Fotografia: CARF (Children at Risk Foundation). Brasil



Para os alunos que vão ao "cine"



Isto vai dedicado para aqueles que vão ao "cine"... Vejam bem, reparem que a palavra portuguesa é cinema, masculina como acontece na nossa língua. Aliás, é uma palavra grave, não esdrúxula.

Esta definiçã é do dicionário Priberam:


ci·ne·ma |ê|
(redução de cinematógrafo)
substantivo masculino

1. Arte de compor e realizar filmes destinados a serem projecções cinematográficas.

2. Estabelecimento ou sala de projecções cinematográficas.







segunda-feira, 29 de maio de 2017

"Lunes" é segunda-feira, meus caros!




Como três alunos da turma de 1º D traduziram "lunes" como primeira-feira 😞, vamos ler este artigo publicado numa página que se chama A Universidade das Crianças: "Porque domingo não se chama primeira-feira". A ilustração tão engraçada é deles também , mas os sublinhados são meus...

Os dias da semana são bem diferentes em português, mas é algo básico que todos devem saber, e como já foram estudados na sala de aula, não compreendo o lapso desses três alunos.

Mas antes de ler esse artigo, vamos clicar aqui: "Onde se terá escondido a "primeira-feira"?"

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Porque domingo não se chama primeira-feira


Se a gente tem segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira, por que não sétima-feira ou primeira-feira? Muito boa a pergunta que a Anna Carolina nos enviou pelo site. Já parou para pensar em por que o domingo não se chama primeira-feira?

De acordo com Eliana Mendes, que é doutora em Filologia e Lingüística Portuguesa e professora do departamento de Estudos Lingüísticos da Faculdade de Letras da UFMG, os nomes dos dias da nossa semana são profundamente influenciados pelo pensamento cristão, e não só isso. “Também o fato de a semana ter sete dias tem influência do cristianismo e do judaísmo – houve época para os romanos em que a semana tinha oito dias”, conta a professora. Mas, quanto aos nomes, a professora conta que “na língua do Império Romano, o Latim comum, os dias da semana eram nomeados em homenagem aos deuses pagãos (ou astros) que os romanos cultuavam”. E eram chamados assim:

Solis dies - dia do Sol (domingo)
Lunae dies – dia da Lua (segunda-feira)
Martis dies – dia de Marte (terça-feira)
Mercurii dies – dia de Mercúrio (quarta-feira)
Iovis dies – dia de Júpiter (quinta-feira)
Veneris dies – dia de Vênus (sexta-feira)
Saturni dies – dia de Saturno (sábado)

“Mas, na semana santa, comemorada pelos católicos, os dias da semana recebiam outros nomes porque eles achavam que não fazia muito sentido chamar os dias da semana por termos pagãos em uma época tão sagrada para o Cristianismo”, explica a professora. Isso era chamado de “Latim litúrgico” e é daí que vem esse “feira” dos dias da semana, derivado de “feria”, que quer dizer “dia de descanso” em Latim. Quem estabeleceu esses nomes especiais para os dias da Semana Santa foi Martinho de Dume, bispo da cidade de Braga, em Portugal, no quinto século depois de Cristo.

Assim, os nomes eram:

Prima feria (domingo)
Secunda feria (segunda-feira)
Tertia feria (terça-feira)
Quarta feria (quarta-feira)
Quinta feria (quinta-feira)
Sexta feria (sexta-feira)
Septima feria (sábado)

“Todos os dias eram “feria”, de descanso, porque era a Semana Santa. Então, a primeira-feira existia, mas recebeu o nome de “Dominus Dei”, ou “dia do Senhor” (em homenagem à ressurreição de Cristo), de onde deriva o domingo”, explica a professora. “Já o sábado vem de “shabbat”, dia de descanso dos judeus”, conclui. E veja só que legal: se “feria” em Latim é “dia de descanso”, faz sentido que a gente tenha “férias” em Julho e em Dezembro, não é mesmo? E o mais engraçado é que os dias de “feria” da nossa semana são os dias em que a gente trabalha e estuda. Já pensou ter uma semana com cinco dias de folga? :)


Universidade das Crianças:  "Porque domingo não se chama primeira-feira"

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Marioneta (Paul Klee)



Paul Klee (1879 — 1940) foi um pintor e poeta suíço naturalizado alemão. O seu estilo, grandemente individual, foi influenciado por várias tendências artísticas diferentes, incluindo o expressionismo, cubismo, e surrealismo.

(Wikipédia)



(Só pela curiosidade, o apelido deste pintor, a palavra Klee, significa trevo em alemão)







sexta-feira, 19 de maio de 2017

Cacela Velha e Ria Formosa



Cacela Velha é uma aldeia localizada numa elevação arenítica em frente à Ria Formosa e ao mar (freguesia de Vila Nova de Cacela, Vila Real de Santo António), de onde se vislumbra uma das mais belas panorâmicas do sotavento algarvio.

(Wikipédia)



Fortaleza de Cacela Velha com vista sobre a Ria Formosa
 (Fotografia de Marc Ryckaert)





quinta-feira, 18 de maio de 2017

Uma canção para Abril no mês de maio



A Abril é uma aluna da turma de 1º D. Será que ela nasceu nesse mês? Quase, quase, porque nasceu quando março estava a terminar. Se calhar, foi por isso que ela recebeu este nome, que é pouco frequente (eu nunca conheci ninguém que se chamasse assim), mas muito bonito.

Bem, agora que estamos no meio de maio e a caminho de junho, vai dedicada à Abril esta canção da cantora e compositora angolana Aline Frazão, que se intitula Tanto. Esta gravação foi feita em Barcelona. É por isso que ela apresenta a canção em espanhol. Espero que gostem todos!



 A cantora Aline Frazão




segunda-feira, 15 de maio de 2017

Uma pintura de Amadeo de Souza Cardoso



Amadeo de Souza-Cardoso (1887 – 1918) foi um pintor português.

Pertencente à primeira geração de pintores modernistas portugueses, Amadeo de Souza-Cardoso destaca-se entre todos eles pela qualidade excecional da sua obra e pelo diálogo que estabeleceu com as vanguardas históricas do início do século XX.

(Wikipédia)



domingo, 14 de maio de 2017

Afinal, Portugal ganhou o Festival de Eurovisão deste ano!

Eduardo Sobral a cantar em Kiev na noite de sábado



AMAR PELOS DOIS

Amar pelos dois
Se um dia alguém
Perguntar por mim
Diz que vivi
Para te amar

Antes de ti
Só existi
Cansado e sem nada p’ra dar
Meu bem

Ouve as minhas preces
Peço que regresses
Que me voltes a querer

Eu sei
Que não se ama sozinho
Talvez devagarinho
Possas voltar a aprender

Se o teu coração
Não quiser ceder
Não sentir paixão
Não quiser sofrer

Sem fazer planos
Do que virá depois
O meu coração
Pode amar pelos dois

Autoria: Luísa Sobral | Interpretação: Salvador Sobral



Bom dia, domingo!








quinta-feira, 11 de maio de 2017

A canção de Portugal em Eurovisão



Esta é a canção com que participa Portugal no Festival de Eurovisão. Não é, com certeza, uma típica canção de festival. Foi composta por Luísa Sobral, que vocês conhecem (no blogue já ouvimos: "João", "Natal mais uma vez" e "O meu cão"),  e é cantada pelo irmão dela, Eduardo Sobral.

Em baixo podem ouvir a versão acústica.


AMAR PELOS DOIS

Amar pelos dois
Se um dia alguém
Perguntar por mim
Diz que vivi
Para te amar

Antes de ti
Só existi
Cansado e sem nada p’ra dar
Meu bem

Ouve as minhas preces
Peço que regresses
Que me voltes a querer

Eu sei
Que não se ama sozinho
Talvez devagarinho
Possas voltar a aprender

Se o teu coração
Não quiser ceder
Não sentir paixão
Não quiser sofrer

Sem fazer planos
Do que virá depois
O meu coração
Pode amar pelos dois

Autoria: Luísa Sobral | Interpretação: Salvador Sobral








Uma garagem ao lado da Travessa de São Joãosinho, em Évora


Quando íamos a caminho da Universidade passamos junto de uma ruazinha chamada, como veem, Travessa de São  Joãosinho (uma travessa é uma" rua estreita e curta que estabelece comunicação entre duas ruas principais", diz-nos a Infopédia) e ao lado dela havia uma garagem, pois é, "uma" e não "um", como sabem, ou deviam saber, todos...

A partir desta garagem, a professora Ara aproveitou para dar uma breve revisão do género de algumas palavras portuguesas que é diferente das palavras espanholas, como garagem, sangue, leite, sal ou nariz. A aprender no terreno!

Aqui, podem ler "Algumas mudanças de género"





quarta-feira, 10 de maio de 2017

8 de maio, Dia Internacional do Burro



Anteontem, dia 8 de maio, foi o Dia Internacional do Burro. Soube ontem por acaso e acho que vale a pena que vocês saibam também da sua existência.

Coitados dos burrinhos! Cada vez há menos e são tão lindos, não acham?








terça-feira, 9 de maio de 2017

Resumo da visita das turmas de 2º a Évora

A caminho da Praça do Giraldo

Na passada terça-feira, dia 2, um grupo de 31 alunos de Português das turmas de 2º B, C e D, fizeram uma viagem à bela cidade alentejana de Évora, onde há tanto para ver, admirar e aprender. Uma primeira visita para estes alunos, que foram acompanhados pelos professores de Português Pedro e Ara, mais o professor de História, Emílio, diretor de turma de 2º D.

Depois de descer do autocarro, começámos a caminhar em direção à Praça do Giraldo, mítica praça e ponto onde começar a nossa visita. Em primeiro lugar, um breve descanso para comer e beber qualquer coisa. Visita ao Posto de Turismo e todos os alunos receberam uma planta da cidade, que servirá na sala de aula para praticar a indicação de percursos: "O senhor segue em frente por esta rua, e depois vira na terceira rua à esquerda..."



A seguir, pela Rua 5 de Outubro até à Sé Catedral, onde o professor de Historía, Emílio, deu algumas explicações sobre a fachada, os arcos, etc.






 O professor Emílio a explicar


Daí fomos para o Templo Romano (“erroneamente conhecido como Templo de Diana”) e depois para o Jardim de Diana. O dia estava ótimo, céu limpo e, se calhar, muito calor, mas não vamos queixar-nos pelo calor, pois não? Ninguém teria gostado de chuva, claro.











A seguir, fomos para a Universidade (“foi fundada em 1 de Novembro de 1559 pelo Cardeal D. Henrique, Arcebispo de Évora, mais tarde Rei de Portugal”), onde admirámos o belíssimo claustro e descansámos um bocado do calor.





 A Maria, a Cláudia, a Amparo e a Maria a posar


Parece que o Sérgio não queria aparecer na fotografia...

Eram já horas de almoço para os estômagos espanhóis e daí fomos a caminho do Jardim Público, onde os alunos almoçaram e os professores também, bem perto, à vista da Igreja de S. Francisco.

Não estava prevista a vista à famosa Capela dos Ossos. Foi proposta aos alunos e 5 deles visitaram-na acompanhados do professor Pedro.





Por volta das 18:15 espanholas, subimos ao autocarro que nos levou de regresso para Badajoz. Foi um belo dia para todos, alunos e professores.


Pedimos ao motorista do autocarro para sair por esta parte de Évora e poder ver o Aqueduto.