Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Umas palavras de Mia Couto, Prémio Camões 2013



No mundo da literatura em língua portuguesa, o Prémio Camões é como o Prémio Cervantes no mundo da literatura em língua espanhola, quer um, quer outro, dos dois lados do Oceano Atlântico. São os prémios mais importantes em ambas as línguas românicas.

Mia Couto é um escritor moçambicano que acaba de ganhar o Prémio Camões deste ano 2013. Para outro dia publicarei um trecho de algum conto dele. Por enquanto, temos aqui estas palavras


Nota
A estrada, "El camino"
Enquanto a gente sonhar... "Mientras soñemos..."



Um livro da minha biblioteca



Quem tem uma pequena biblioteca no quarto? Quantos livros é que tem?



Olha, olha, olha!








quinta-feira, 30 de maio de 2013

Um animal pequenino (por enquanto) e a mãezinha dele



Depois do urso-polar do outro dia, temos mais um animal no blogue. O que acham deste bebé rinoceronte, tão tranquilo aí, encostado na sua mãezinha? Não é fofo? Quando ele crescer, será enorme, como a mãe e como o pai. Por enquanto (quer dizer, "por ahora"), ele é pequenino.





terça-feira, 28 de maio de 2013

O Porto, não "Oporto"


Para aqueles alunos que ainda escrevem o nome da segunda cidade portuguesa, o Porto, em espanhol:  "Oporto".

O Porto, para além de ser uma cidade, é um distrito. E o nome da cidade  e do distrito é mesmo assim, PORTO, como podem ver

"Oporto" é o nome desta cidade na nossa língua. Leva colado o artigo português que se usa cada vez que se fala dela nessa língua. Em português, o artigo esta aí, nas contrações com as preposições em, de e em:


A Joana vive no Porto

Eles chegaram ontem do Porto

Amanhã vou ao Porto


Mas:
  • Vivo em Lisboa / Bragança / Setúbal / Aveiro / Castelo Branco... 
  • Elas chegaram a Lisboa / Bragança / Setúbal / Aveiro / Castelo Branco...
  • Hoje vou a Lisboa / Bragança / Setúbal / Aveiro /  Castelo Branco....  

A maioria das cidades não leva o artigo à frente.


Não se esqueçam...


 o Porto


Situação do distrito do Porto




segunda-feira, 27 de maio de 2013

Japoneses no Brasil







"Monumento em Homenagem aos Pioneiros da Imigração Japonesa no Brasil" monumento em granito e bronze com pedestal (...) - Rua Arigatô Parque do Ibirapuera São Paulo. (Fotografias e texto  de ARTExplorer)


Reparem no nome da rua onde fica este monumento em São Paulo: chama-se Arigatô. Essa é uma palavra japonesa que significa "obrigado". Já sabem como agradecer em japonês!




sexta-feira, 24 de maio de 2013

Um urso e um menino frente a frente!



Pois é, frente a frente, e com um grosso vidro no meio, é claro! Nesta fotografia de H. Farrel podemos ver um belo exemplar de urso-polar, também conhecido como urso-branco (o nome científico, em latim,  é bonito, vejam: ursus maritimus) e um menino num Jardim Zoológico.

O urso olha para o menino e o menino olha para o urso. Estão muito calmos os dois. O que estará a pensar cada um deles?



Manuela Azevedo: Gosto de café


Manuela Azevedo, vocalista dos Clã

Manuela Azevedo é a cantora de uma banda portuguesa chamada Clã, e respondia deste modo a uma  pergunta muito simples do jornal DN (Diário de Noticias) para a secção Gosto Não Gosto. Fica bem clarinho que ela gosta de tomar café e como, não é?



Gosto de café. Gosto de cafés. Gosto de café com chantilly, de bolo de café, semifrio de café, bavaroise de café... Gosto de café com bolo de chocolate. Não gosto de café com açúcar. Gosto de café bem quente. Não gosto de café morno. Não gosto de café frio. Gosto de gelado de café. Gosto de tomar café em casa. Gosto do café (de filtro) que faço em casa. Gosto do cheiro do café moído. Gosto de cafeteiras de vidro. Gosto de chávenas de café bonitas e pesadas. Não gosto de borras de café no fundo das chávenas. Gosto do cimbalino. Gosto do café nos cafés. Não gosto de tomar café de pé. Não gosto de beber café depressa. Gosto de me sentar para o café. Gosto dos cafés antigos, com mesas, empregados e clientes antigos. Gosto de cafés com livros. Gosto de café-concertos. Gosto de cafés com história(s). Gosto de conversas de café, com café. Não gosto de cafés com música alta. Não gosto de cafés com a televisão aos gritos. Não gosto do aviso «proibido estudar» nos cafés. Gosto de entrar num café para fugir do frio. Gosto de pedir um café numa esplanada cheia de sol. Não gosto de cafés com luzes frias. Não gosto de cafés a cheirar a fritos. Gosto de me sentar num café para ler o jornal. Gosto de marcar encontros em cafés. Gosto que me convidem para tomar café. Gosto de cafés com grandes janelas para a rua. Gosto de cafés à beira-mar. Gosto dos velhos cafés do Porto. Gosto de tomar café com os amigos. Também gosto de chá e salões de chá. Mas não gosto de «misturar» bebidas...


Nota. No Porto pedem um cimbalino em vez de um café ou uma bica.





Tira a Teima
(Carlos Tê / Hélder Gonçalves)

Se um dia me aproximar de ti
Não penses que é só um flirt
Não julgues que é um filme
Que já viste em qualquer parte
Pensa bem antes de agires
Evita ser imprudente
Faz a carta do meu signo
E vê à lupa o ascendente

Tem cuidado e tira a teima
Vê aquilo que sou
Tem cuidado e tira a teima

Tu não sonhas ao que venho
Não sabes do que sou capaz
Eu dou tudo quanto tenho
Não funciono a meio gás
Vem sentar-te à minha frente
Diz-me o que vês em mim
Não respondas já a quente
Pondera antes de dizer sim

Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que
Sou fere, rasga e queima
Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que sou
Fere, rasga e queima

Diz-me diz-me se vês o granito
Onde a cidade, os grandes temas
Diz-me se vês o amor infinito
Ou somente um par de algemas

Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que
Sou fere, rasga e queima
Tem cuidado e tira a teima
Porque aquilo que sou
Fere, rasga e queima

Tem cuidado e tira a teima
Vê aquilo que sou
Tem cuidado e tira a teima
Vê aquilo que sou


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Olha o Popeye!




Este Popeye, em vez de espinafres, prefere ler, e vejam lá os resultados. Ou se calhar, é assim: ele continua a comer muitos espinafres, mas também adora ler.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Vaidoso?

 Cortejo, obra do colombiano José Rosero

Há alguns dias um aluno da turma de 1º D perguntou o que era vaidoso. Também não conhecia o significado da palavra "vanidoso".

Vamos dar um jeito com um bom dicionário para aprender o que significa esta palavra.

Vaidoso. 1. Que deseja merecer a admiração dos outros através do cuidado que põe no seu aspeto físico ou do enaltecimento que faz das suas qualidades pessoais; que tem vaidade. Não gostava dela porque era muito vaidosa. 2. Que revela presunção, jactância. Ar vaidoso.

Um antônimo de vaidoso? Por exemplo, modesto.

E dado o pavão real ser a ave símbolo da vaidade, é fácil de se perceber porquê, diz-se em português de uma pessoa que age e se comporta como se diz lá em cima, que é vaidosa como um pavão.

Vocês são vaidosos?

Ah, e não se esqueçam disto: o animalzinho, coitado, que algumas pessoas gostam de comer no Natal (nos Estados Unidos são todas, ao que parece), não se chama deste modo, como acontece em espanhol, mas peru (palavra aguda e sem acento gráfico). Porque será?


Um peru


terça-feira, 21 de maio de 2013

Rua da Alegria

Revista Bula



Não gostariam de viver numa rua com este nome? Eu gostaria imenso! O nome da minha rua é muito feio.




segunda-feira, 20 de maio de 2013

Alguém e ninguém



Quem é "nadie"? Na nossa língua sabemos, mas em português diz-se ninguém. E o antónimo é alguém.

Reparem como metade da palavra é exatamente igual. Isso ajuda para aprender a memória! Aliás,  alguém começa como "alguien", mas é aguda, e ninguém começa por n, como ese perigoso "nadie".


Mais uma coisa: comparem estas construções portuguesas com as espanholas. Não há preposição a de complemento direto:

Eu conheço alguém em Lisboa.

Não conheço ninguém no Porto.








sábado, 18 de maio de 2013

Gosto de, gosto de, gosto de...



Atenção, meninos e meninas do 1º ano! (se calhar, do 2º também).  O verbo gostar rege em português a preposição de

Não se esqueçam! Reparem nesse graffitti numa parede da cidade do Porto: gosto de te ver sorrir.

Achei estas palavras na net e trouxe para que vocês leiam. O nome do autor está lá em baixo.


Gosto de...

Gosto do café bem doce. - Gosto de crianças traquinas mas educadas. - Gosto de azulão. - Gosto de móveis escuros e tapetes claros. - Gosto de gostar do que ninguém gosta. - Gosto de dançar. - Gosto de massas. - Gosto de pipocas doces. - Gosto do cheiro da terra molhada. - Gosto de praia. - Gosto de dias de muito Sol e muito calor. - Gosto de ouvir a chuva lá fora. - Gosto de lareiras estando bem acompanhado. - Gosto de vinho tinto. - Gosto de ver filmes na cama. - Gosto de andar de mão dada na rua. - Gosto de longas conversas pela noite dentro. - Gosto dos meus amigos. - Gosto de fotografia. - Gosto de acordar com um beijo. - Gosto de levar o pequeno-almoço à cama. - Gosto de viajar. - Gosto de chegar a casa e relaxar. - Gosto de chocolate. - Gosto de rir. - Gosto de fazer rir. - Gosto de flores. - Gosto de passear em jardins. - Gosto de acordar quem amo com um beijo. - Gosto de fatos. - Gosto de bermudas. - Gosto de ser simpático mesmo quando não o são para mim. - Gosto de pessoas interessantes, queridas, originais, simpáticas, com classe, bonitas, com ideias próprias, teimosas mas com bom coração. - Gosto de sonhar e de ser um romântico incurável. - Gosto de pontualidade. - Gosto de cinema. - Gosto de perfumes suaves mas que fica o cheiro quando a pessoa sai da sala. - Gosto de carne. - Gosto de Peixe. - Gosto de sentir que mais nada existe quando estou com a pessoa que amo. - Gosto de Prata. - Gosto de Licor Beirão. - Gosto de me deitar em lençóis a cheirar a amaciador. - Gosto de tomar banho antes de ir para a cama. - Gosto de beijar. - Gosto de patinar à beira mar. - Gosto de jantar à luz das velas. - Gosto de divagar. - Gosto de gatos. - Gosto de mimos. - Gosto de guardar segredos. - Gosto de saber que ajudei alguém de qualquer forma. - Gosto de filas de super mercado sem pessoas à frente. - Gosto de abraços apertados. - Gosto de fazer surpresas. - Gosto de trautear musicas no duche. - Gosto de passeios na praia. - Gosto de sentir boa energia nas outras pessoas. - Gosto de abraçar as arvores e passar as mãos pelas plantas. - Gosto de cartas de amor. - Gosto de sorrisos sinceros. - Gosto de gargalhadas. - Gosto de dançar agarradinho. - Gosto que me olhem nos olhos. - Gosto de ambientadores. - Gosto do nascer do Sol. - Gosto de gomas. - Gosto de cães. - Gosto de rosas e orquídeas. - Gosto de trocar ideias. - Gosto de quebra-cabeças. - Gosto de cumprimentar quem não me quer falar. - Gosto de morar no centro da cidade. - Gosto do silêncio e do som dos pássaros no meu quintal. - Gosto de ser politicamente correcto. - Gosto de estar numa esplanada e inventar conversas entre as outras pessoas à volta. - Gosto de sentir as pedras nos monumentos antigos. - Gosto de sms. - Gosto de ler. - Gosto de cerveja preta. - Gosto do riso dos bebés. - Gosto de tascas e de restaurantes de luxo. - Gosto de tomar o pequeno-almoço ao Sol na marquise. - Gosto de danças de salão. - Gosto de acordar com a pessoa que amo ao meu lado. - Gosto de desafios. - Gosto de pessoas um pouco loucas como eu. - Gosto de gelados. - Gosto de cavalos e felinos. - Gosto de morangos. - Gosto de tentar perceber o significado dos sonhos. - Gosto do cheiro a eucalipto. - Gosto de curvas. - Gosto de quadros grandes com paisagens ou animais. - Gosto de fazer massagens. - Gosto de casas bem decoradas. - Gosto de beijos envolventes, doces e de parar a respiração. - Gosto de velas e incenso. - Gosto do azul do céu e do seu reflexo no mar. - 

Gostava de não me ter esquecido de coisas que gosto... ;)

Nuno Ferreira



sexta-feira, 17 de maio de 2013

Projeto REALCE -– Último dia, sexta-feira, 10 de maio


E chegou logo o último dia, sexta-feira. Os alunos portugueses assistiram à primera aula do dia com os parceiros espanhóis. Uma vez terminada, partimos em direção ao Museu da Cidade Luis de Morales. Dois guias acompanharam-nos e deram-nos as explicações precisas para os alunos terem uma ideia da história da nossa cidade.




Lendo muito bem o texto de um dos painéis





Os excelentes dioramas da nossa Guerra de la Independencia,
conhecida pelos portugueses como Guerra Peninsular


Neste diorama vemos a vizinha população de La Albuera




Após um tempo de descanso para comer e beber alguma coisa e seguir em boas condições até à hora de almoço, encontrámo-nos com a guia nas Casas Mudéjares para visitarmos a Alcáçova. Entramos nela pela Porta dos Carros. Era um dia ensolarado e quente. Fizemos o percurso todo do adarve e os portugueses puderam ver a sua terra ao longe, Elvas, como sabem. No fim de contas, nós vivemos ao pé da Raia.








Uma parte dos alunos portugueses almoçou com os parceiros espanhóis nas casas destes, e uma outra parte almoçou num burger.

A partida para Castelo Branco tinha sido fixada às 17:00 h., mas foi adiada para as 18:30 por causa de os nossos parceiros terem chegado no mesmo autocarro do que outra escola daquela cidade que tinham combinado partir às 19:00.








Alguns pais dos nossos alunos disseram-nos que achavam pouco o tempo do intercâmbio, que teriam gostado de mais algum dia ou dois, mas devido a múltiplas circunstâncias não tinha podido ser de otra maneira, como eu disse a esses pais.

Foram dois anos seguidos do Projeto REALCE. O que será no futuro não sabemos. As sociedades espanhola e portuguesa estão a viver momentos terríveis.

Mas não terminemos deste modo tão triste. O que conta é que o balanço desta atividade é positivo, quer pela parte portuguesa, quer pela parte espanhola. Esperemos que não se perca o contacto entre os alunos. As nossas escolas e os professores de certeza que não vão perder!

Alguns dos alunos já combinaram encontrar-se neste verão. Meninas e meninos, as férias grandes estão aí ao alcance da mão...


Para terminar, viva a língua portuguesa e a fraternidade ibérica!


Os últimos abraços


 Até à proxima!


Boa viagem!



quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mais uma palavra: assoalhada

Planta de um andar T2


Mais uma palavra da casa para a unidade que estamos a ver na sala de aula:

assoalhada s. f. Compartimento de uma casa que não seja a cozinha, quarto de banho ou despensa.



Habitação: algumas palavras

o sótão (Falso amigo) = esp. el desván, el sobrado


o rés-do-chão = esp. la planta baja


Umas águas-furtadas = esp. unas buhardillas


Uma varanda (Falso amigo) = esp. un balcón


Um quarto = esp. una habitación
Neste quarto há um beliche = esp. una litera


E muita cautela com esta palavra, já sabem, habitação. É como o espanhol "vivienda". Digam sempre O meu quarto é grande, pequeno, bonito, etc.




quarta-feira, 15 de maio de 2013

Projeto REALCE – Quinta-feira, 9 de maio




Na quinta-feira, dia 9, partimos cedo de Badajoz para Cáceres porque tínhamos um encontro marcado às 10 h da manha à porta da Câmara Municipal com o guia que ia mostrar-nos o Conjunto Monumental da Cidade Antiga.

Começámos no Arco da Estrela, seguimos até à Praça de Santa Maria, onde ao pé da estátua de S. Pedro de Alcântara, os alunos souberam da lenda que diz que aqueles que tiverem um exame e tocarem nos pés do santo, passarão. Não sei se eles tinham nos próximos dias qualquer prova, mas é claro que todos tocaram nos pés. Visitámos depois o Palácio Carvajal e a sua cisterna. A seguir, passámos pelo Palácio de los Golfines, visitámos a cripta e o Museu de Semana Santa, e a Casa del Mono.













Dado o guia ter mais um encontro marcado com outra escola de Badajoz, não foi possível visitar o Museu de las Veletas com ele. Fizemos um pequeno descanso na Praça de S. Jorge e subimos depois até à Praça de las Veletas e visitámos pela nossa conta o Museu Provincial, também com a sua cisterna,  assim como a Torre de los Pozos (em baixo)



A seguir, tempo livre e almoço.


À tarde, partindo da Plaza Mayor às 16:30,  demos um passeio até ao Museu de História e Cultura Casa Pedrilla e Fundação Guayasamín, onde fomos calorosamente acolhidos por Marisol Verde, que nos mostrou os dois museus, contando para isso com a ajuda de vários estudantes de Belas Artes. Antes de começar a visita, Marisol Verde perguntou se algum aluno queria provar o velho e desafinado piano que lá estava. Os nossos músicos, o Felipe e a Fátima, lá tocaram uns trechos para todos nós. Palmas!

A chamada Casa Pedrilla é uma "Casa de burguesia dos anos quarenta do século XX, do arquiteto José María López Montenegro y García Pelayo, com certo ar português." Ao pé da porta de entrada, encontra-se este painel de azulejos:





Para terem uma ideia mais completa do que lá vimos, podem ler estas palavras retiradas da página Turismo de Cáceres:

“O filho de Don Francisco Martín Pedrilla e Dona Ana de Lancaster Laboreiro foi cónsul em Cáceres durante muitos anos, talvez pela sua ascendência portuguesa.Os acervos proveem do património artístico da Diputación Provincial e donativos particulares. Desde documentação sobre personagens ilustres (da música, letras, investigação ou política), artistas plásticos, pintores e escultores (Rafael Lucenqui, Nicanor Álvarez Gata, Conrado Sánchez Varona, Juan Caldera, Eulogio Blasco, etc.), até um trajecto didáctico pela pré-história e história da Extremadura. No recinto ajardinado encontra-se a Fundação Guayasamín, com obras do insígne pintor equatoriano e mostras de Arte Precolombina e Colonial."


Casa Pedrilla

Museu Guayasamín


Voltámos para Badajoz por volta das 19:00 h.
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