Bairro de Alfama e Rio Tejo em Lisboa

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

A raposa e o tambor





Conta-se que uma raposa esfomeada chegou a um bosque onde, ao lado de uma árvore, havia um tambor, que soava furiosamente cada vez que, ao sopro do vento, os ramos da árvore se moviam e batiam nele. Ao ouvir tal ruído, a raposa dele se aproximou e, já em frente ao tambor, pensou: "Este deve conter muita carne e muita gordura." Lançou-se sobre ele e, esforçando-se, conseguiu rompê-lo. Ao ver que era oco, disse: "Talvez as coisas mais desprezíveis sejam aquelas de maior tamanho e de voz mais forte."


Al Mukafa Ibn. Calila e Dimna. trad. Mansour Chalita. Rio de Janeiro: Associação Cultural Internacional Gibran, s.d. p. 13.



(Fonte: Aprende Português)

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As fábulas (em latim: fabula , "história", "jogo ou narrativa") são composições literárias curtas, escritas em prosa ou versos em que os personagens são animais que apresentam características antropomórficas, muito presente na literatura infantil. As fábulas possuem caráter educativo e fazem uma analogia entre o cotidiano humano com as histórias vivenciadas pelas personagens, essa analogia é chamada de moral e geralmente é apresentada no fim da narrativa.

(Wikipédia)




terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Anda Comigo Ver os Aviões (Os azeitonas)


Acho que alguém da turma de 2º D gosta desta banda portuguesa... Aproveitem a boa ponte que temos pela frente...

Os Azeitonas são uma banda portuguesa de rock alternativo do Porto, formada em 2002. A banda é constituída por Mário Marlon Brandão (vocalista), Luísa Nena Barbosa (vocalista) e João Salsa Salcedo (vocalista e teclado). Eles lançaram cinco álbuns de longa duração e um DVD.

A banda é conhecida pelos seus singles bem sucedidos "Quem És Tu Miúda", "Anda Comigo Ver os Aviões", "Café Hollywood", "Ray-Dee-Oh" e "Tonto por Ti".


(Wikipédia)


ANDA COMIGO VER OS AVIÕES

Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu

Anda comigo ao porto de Leixões ver os navios
A levantar ferro
Rasgar o mar

Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
E que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
Nem que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as nuvens
A rasgar o céu...

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
E que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo

O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só p'ra ti

Um dia eu vou jogar à bola
Ou vendo esta viola
Nem que eu morra aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo

O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti





Jano

Busto de Jano nos Museus Vaticanos


Nunca conheci ninguém chamado Jano... até começar este ano letivo. Um aluno da turma de 2º A chama-se Jano. É um bonito nome, e tem muita coisa atrás dele. Vamos ver todos e aprender, porque aprender, saber, é sempre bom!


Jano (em latim: Janus) foi um deus romano das mudanças e transições. (...) A figura de Jano é associada a portas (entrada e saída), bem como a transições. A sua face dupla também simboliza o passado e o futuro. Jano é o deus dos inícios, das decisões e escolhas. O maior monumento em sua glória se encontra em Roma e tem o nome de Ianus Geminus (gêmeos Jano).

(Wikipédia)


O Templo de Jano era um antigo templo dedicado ao deus Jano, o deus duas faces das fronteiras, localizado perto do Argileto, no Fórum Romano. Ele tinha duas portas, uma cada extremidade, e abrigava uma estátua do deus. Estas portas, chamadas de "Portas de Jano" eram fechadas em tempos de paz e abertas em tempos de guerra.

Templo de Jano (Fórum Romano), na Wikipédia.


Templo de Jano com as portas fechadas (a guirlanda marca o evento). À frente, a Vitória apresenta os espólios da guerra (Fotografía de Sailko)




Sestércio de Nero com o Templo de Jano fechado no reverso, com as guirlandas indicando o momento festivo (Fotografia de Classical Numismatic Group, Inc)


Desenho de Giovanni Battita Piranesi. Templo chamado vulgarmente de Janus (Coleção Kamei da Biblioteca da Universidade de Tóquio).




segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Os robôs e as leis da robótica


A Laura, aluna de 2º D, gosta de robótica, como todos sabem, acho eu, e participou na RoboRave 2017 na nossa cidade (29 de novembro a 3 de dezembro).

Com a ajuda da Wikipédia vamos aprender alguma coisa sobre os robôs.

O termo robô foi pela primeira vez usado pelo checo Karel Capek (1890-1938) na peça de teatro R.U.R. (Rossum's Universal Robots, (...) de 1921 em Praga. Inicialmente Capek estava decidido a chamar as criaturas automatas da sua peça de labori, em clara referência ao latin labor, "trabalho", mas acatou a sugestão de seu irmão e os chamou de roboti (plural). A palavra robô, derivada de robot/roboti (singular/plural) tem como raiz a palavra checa robota, a qual significa "trabalho forçado, servidão" e tem como uma de suas derivações a palavra rabu, que significa "escravo".

O termo robótica foi popularizado pelo escritor de ficção cientifica Isaac Asimov, no seu livro I, Robot, de 1950. Neste livro, Asimov criou as Leis da robótica, que, segundo ele, regeriam os robôs no futuro:

  • Um robô não pode ferir um ser humano ou, por ócio, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.

Uma edição em português do livro de Asimov (*)


SPR - Sociedade Portuguesa de Robótica -


Robô no Congresso Mundial de Celulares em Barcelona, dia 01/03/2017


Aqui podem ver "Uma robô chamada Maria"



O elétrico: bonito meio de transporte



Alunos do 1º ano. Se alguma vez forem a Lisboa, devem apanhar um elétrico. É uma bonita maneira de conhecer a cidade, sobretudo o nº 28.

elétrico: substantivo. "veículo de transporte urbano de passageiros movido a eletricidade, sobre carris de ferro" (Infopédia)


Fotografia de António Dias




A palavra 'português' em português, por favor



Alunos do 1º ano (e do também!): a palavra português escreve-se com acento circunflexo, que indica vogal fechada. Acho que não vos peço muito: para começar, escrevam corretamente esta palavra e não da seguinte maneira: portugués. Não acham?



Dezasseis, dezassete, dezanove mas DEZOITO




mas



Reparem: Seis, sete e nove começam por consoante, e daí: dezasseis, dezassete, dezanove.

Mas oito começa por vogal, e daí: dezoito.



Uma menina japonesa e um peixe


Estamos em Wakayama, no Japão, em 1998 Wakayama. 1998. Aquário no Shira-Lama-Tore. Reparem como olha a menina para esse peixe tão grande... O que estaria a pensar?


Fotografia: © Elliott Erwitt/Magnum Photos.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Eu PERCO



Se fosse regular, a primeira pessoa do presente do verbo perder, seria "perdo", mas é irregular, eu perco, e devem aprender assim.

Porque sabemos que é irregular? Porque muda a raíz do infinitivo (perd-):

Eu perc


Regulares são as outras formas deste tempo. A raíz perd- não muda:


Tu perdes

Ele, ela perde

Nós perdemos

Vocês perdem

Eles, elas perdem








Presente do verbo HAVER: HÁ


Sem o acento e o agá, temos uma preposição (a), palavra átona e bem diferente. Não temos o verbo haver

Cuidado com ! O h provém do infinitivo haver, e o acento indica que é uma palavra tónica.










Cuidado! Falso amigo...

1. lugar vago ou não preenchido

4. (cargo, função) plaza, vacante
preencher uma vaga - cubrir una vacante